|
A
ALLFINANCE é uma corretora de negócios e nossa sede está
localizada na Avenida Paulista , 2444 em São Paulo no maior centro
financeiro do Brasil, atuamos em diversos seguimentos: Captação de
recursos para
capital de giro, financiamentos
de bens de capital e investimentos, além dos serviços para a
importação de equipamentos e bens de capitais.
Nossa proposta de trabalho é pautada em duas fases distintas na
contratação dos nossos serviços, esta divisão em fases dos serviços
são de grande importância para a empresa que contrata nossos
serviços, que aprova o projeto e passa a ter um compromisso direto
com o sucesso do retorno do capital no investimento.
PROPOSTA DE TRABALHO:
PRÉ CONDIÇÃO: Captação de Recursos a partir de R$ 1 Milhão.
FASE PRIMEIRA: Projeto e Avaliação
1. DA DEMANDA DA OPERAÇÃO E DO NEGÓCIO:
• Estruturar e desenvolver um fluxo financeiro do plano de negócio;
• Informações sobre o que já existe para a operação financeira e
quais serão as demandas extra-financeiras;
• Estudo descritivo do projeto planejando as necessidades futuras;
• Valor estimado do projeto baseado; (se possível com uma estimativa
dos saques necessários);
2. DOS SÓCIOS E GARANTIAS CADASTRAIS:
• Experiência dos sócios para este investimento no ramo de atuação;
• Dados cadastrais dos sócios e de suas empresas;
• Relação de recursos próprios e garantias disponíveis;
• Avaliação dos documentos e dos números da empresa;
• Planejamento Cadastral;
• Informações sobre a legislação e peculiaridades do negócio;
O Custo fixado e Contrato da “FASE PRIMEIRA”, será mediante a
assinatura do contrato de confidencialidade para elaborarmos o
projeto.
FASE POSTERIOR: Captação dos recursos.
Após aprovado o planejamento do modelo do negócio, buscamos os
recursos no mercado financeiro.
O Contrato da “FASE POSTERIOR”, será mediante a assinatura do
Mandado da empresa para que a
ALLFINANCE prospecte os recursos e
nesta fase trabalharemos na modalidade de “sucesso da operação”.
O custo de corretagem da
ALLFINANCE para esta “FASE
POSTERIOR” será de 1,5% (um virgula cinco por cento) do recursos e
limites disponibilizados no pleito.
Para mais informações sobre o tema “capital
de giro” e suas aplicações, custos, cálculos, garantias,
etc., organizamos algumas informações que julgamos ser de grande
importância para os empresários que buscam recursos para alavancar
seus negócios de forma consciente e segura.
TEMA:
capital de giro
Sobre o tema
capital de giro e recursos
financeiros, segundo nosso diretor Comercial o sr. Alcy Zancope,
encontramos várias definições para o termo “capital
de giro”, mas no mercado financeiro ele está diretamente
ligado à capacidade da empresa em financiar sua demanda por recursos
nas suas atividades principais e secundárias, podendo ser recursos
próprios ou de terceiros.
Observa o Sr. Alcy Zancope da
ALLFINANCE que outras definições
são definidas, tais como:
capital de giro significa capital
de trabalho, ou seja, o capital necessário para financiar a
continuidade das operações da empresa, como recursos para
financiamento aos clientes (nas vendas a prazo), recursos para
manter estoques e recursos para pagamento aos fornecedores (compra
de matéria-prima ou mercadorias de revenda), pagamento de impostos,
salários e demais custos e despesas operacionais.
capital de giro, conforme o próprio
nome indica, que o
capital de giro está relacionado
com todas as contas financeiras que movimentam o dia-a-dia da
empresa.
Encontramos na Internet, um simples exemplo de definição, se o
capital de giro está relacionado
com as contas financeiras que giram ou movimentam o dia-a-dia da
empresa, podemos concluir que:
-Toda empresa que vende a prazo, precisa de recursos para financiar
seus clientes.
-Toda empresa que mantém estoque de matéria-prima ou de mercadorias,
precisam de recursos para financiar estoques.
-Quadro a empresa compra a prazo (matéria-prima ou mercadoria),
significa que os fornecedores financiam parte ou a totalidade do
estoque.
-Quando a empresa tem prazo para pagar as despesas (impostos,
energia, salários e outros gastos), significa que a parte ou
totalidade dessas despesas é financiada pelos fornecedores de
serviços.
A interpretação das situações acima nos leva a determinar em quais
contas a empresa precisa aplicar e de que contas a empresa obtém
recursos para financiar o
capital de giro.
Um conceito importante para entendimento do
capital de giro está relacionado à
Necessidade de
capital de giro. A Necessidade de
capital de giro indica o montante
de recursos que a empresa precisa para financiar suas operações, ou
seja, o valor dos recursos que a empresa precisa para que seus
compromissos sejam pagos nos prazos de vencimento.
Explica o Sr. Alcy Zancope que a
ALLFINANCE corretora de negócios internacionais, elabora
e organiza o projeto necessário para a captação dos recursos para
capital de giro da sua empresa para
valores a partir de R$ 1 milhão de Reais.
Estudo, definição formulas de calcular a necessidade do
capital de Giro, segundo o
professor Euries B. Lima.
Conceito de
capital de giro
Para seu funcionamento, as empresas utilizam recursos materiais de
renovação lenta (imóveis, instalações, máquinas, equipamentos),
denominados capital fixo ou permanente, e recursos de rápida
renovação (dinheiro, créditos, estoques) que formam seu capital
circulante ou
capital de giro, também chamado de
ativo corrente.
capital de giro, portanto, é o
ativo circulante que sustenta as operações do dia-a-dia da empresa e
representa a parcela do investimento que circula de uma forma a
outra, durante a condução normal dos negócios. Assim,
capital de giro = ATIVO CIRCULANTE
Uma administração ineficiente do
capital de giro poderá afetar de
forma dramática o fluxo de caixa da empresa. O volume de capital de
giro utilizado por uma empresa depende de seu volume de vendas, de
sua política de crédito comercial e do nível de estoques que ela
precisa manter. Duas considerações muito importantes na
administração do
capital de giro são os ciclos
econômicos e a sazonalidade específica de determinados negócios.
As indústrias normalmente possuem maior proporção de ativos
permanentes em relação aos ativos totais, e tendem a concentrar-se
nas necessidades de caixa a longo prazo; as empresas comerciais
trabalham com maior percentagem de
capital de giro e concentram-se
principalmente nas contas a receber e nos estoques, buscando mais os
financiamentos a curto prazo; as empresas de serviço, por sua vez,
possuem poucos ativos permanentes e enfocam basicamente as contas a
receber.
O
capital de giro necessita de
recursos para seu financiamento, como acontece com o capital
permanente. Assim, quanto maior for o
capital de giro, maior será a
necessidade de financiamento, seja com recursos próprios, seja com
recursos de terceiros.
Análise de Liquidez
A liquidez de uma empresa é medida pela capacidade que ela possui
para satisfazer suas obrigações de curto prazo, nas datas dos
vencimentos. A liquidez refere-se à solvência da situação financeira
global da empresa – a facilidade com a qual ela pode pagar suas
contas.
Os principais indicadores para análise de liquidez são:
•
capital de giro líquido (CGL);
• índice de liquidez corrente (ILC);
• índice de liquidez seca (ILS);
• participação das disponibilidades (PD);
• participação de contas a receber (PCR);
• participação dos estoques (PE);
• índice de financiamento (IF).
A interpretação desses índices pode ser feita comparando-os com os
de outras empresas do mesmo ramo, e/ou analisando sua evolução ao
longo do tempo na própria empresa.
capital de giro Líquido (CGL)
Também chamado de capital circulante líquido, corresponde à
diferença aritmética entre o ativo circulante e o passivo circulante
e representa a medida da liquidez da empresa, refletindo sua
capacidade de gerenciar as relações com fornecedores e clientes.
Logo:
capital de giro LÍQUIDO = ATIVO
CIRCULANTE - PASSIVO CIRCULANTE
O passivo circulante representa os financiamentos (fontes de
recursos) a curto prazo da empresa, pois inclui todas as dívidas que
terão seu vencimento (e deverão ser pagas) em um ano ou menos.
O objetivo da administração financeira a curto prazo é gerir cada um
dos itens do ativo circulante (caixa, bancos, aplicações
financeiras, contas a receber, estoques etc) e do passivo circulante
(fornecedores, contas a pagar, empréstimos etc.), a fim de alcançar
um equilíbrio entre lucratividade e risco que contribua
positivamente para aumentar o valor da empresa. Um investimento alto
demais em ativos circulantes reduz a lucratividade, enquanto um
investimento baixo demais aumenta o risco de a empresa não poder
honrar suas obrigações nos prazos pactuados. Ambas as situações
conduzem à redução do valor da empresa.
Quando o valor do ativo circulante supera o do passivo circulante,
significa que a empresa possui
CGL positivo. Nessa situação mais
comum, o
Capital de Giro Liquido representa
a parcela dos ativos circulantes da empresa financiada com recursos
a longo prazo (soma do exigível a longo prazo com patrimônio
líquido), os quais excedem as necessidades de financiamento dos
ativos permanentes.
Quando o valor do ativo circulante é menor que o do passivo
circulante, significa que a empresa possui
CGL negativo. Nessa situação menos
usual, o
CGL é a parcela dos ativos
permanentes da empresa que está sendo financiada com passivos
circulantes, ou seja, com capitais de curto prazo, o que denota um
quadro de risco.
De forma geral, a maioria das empresas não consegue conciliar com
precisão as entradas (principalmente) e as saídas de caixa. Por
isso, os ativos circulantes precisam exceder os passivos
circulantes, ou seja, uma parcela dos ativos circulantes é
freqüentemente financiada com fundos de longo prazo.
Geralmente, entende-se que quanto maior for o
CGL (Capital
de Giro Liquido) de uma empresa, menor será o seu risco,
porque sua liquidez reduz a probabilidade de que ela se torne
tecnicamente insolvente. Tal premissa, entretanto, pode ser
equivocada, pois um
CGL muito alto significa que
expressivos fundos de longo prazo estão financiando parte dos ativos
circulantes. Como os custos desses recursos a longo prazo são sempre
mais elevados que os de curto prazo, a empresa poderá vir a
enfrentar problemas financeiros.
Índice de Liquidez Corrente (ILC)
Indica a capacidade da empresa para liquidar seus compromissos
financeiros de curto prazo. Como ele estabelece a relação entre
ativo circulante e passivo circulante, preferencialmente deve ser
sempre maior que 1 (um), isto é, quanto maior for o índice, mais
confortável será a situação financeira da empresa.
LIQUIDEZ CORRETENTE = Ativo Circulante / Passivo circulante
Como esse índice considera todos os valores incluídos no ativo
circulante, ele não faz diferenciação sobre a qualidade dos
componentes desse ativo. Em outras palavras, atribui aos estoques a
mesma liquidez de caixa, bancos e aplicações financeiras de curto
prazo, ou seja, os estoques, em caso de necessidade, seriam
prontamente transformados em dinheiro.
Tomando-se o inverso do ILC da empresa, subtraindo-se o quociente
resultante de 1 (um) e multiplicando-se a diferença obtida por 100
(cem), obter-se-á a percentagem pela qual o ativo circulante pode
ser diminuído, sem tornar impossível para a empresa cobrir seu
passivo circulante.
Exemplo: Ativo Circulante = R$ 1.360.000,00 Passivo Circulante = R$
850.000,00
Ou seja, a empresa poderia reduzir em até 37,5% o seu ativo
circulante e ainda assim manteria seu passivo circulante coberto
pelo
capital de giro.
Índice de Liquidez Seca (ILS)
Avalia a capacidade da empresa para liquidar seus compromissos
financeiros de curto prazo, considerando seus ativos de maior
liquidez, ou seja, excetuando o item Estoques.
LIQUIDEZ SECA = Ativo Circulante – Estoques / Passivo circulante
Como acontece com o índice de liquidez corrente, o valor ideal desse
índice depende do setor em que a empresa atua e de suas
características operacionais. Por exemplo, uma empresa com forte
sazonalidade em suas vendas terá um índice de liquidez seca baixo no
período em que precisa carregar altos volumes de estoques, sem que
isso represente um sinal de ameaça para seu quadro financeiro.
Participação das Disponibilidades
Indica a representatividade das disponibilidades financeiras (caixa,
bancos, aplicações financeiras de curto prazo) na estrutura do
capital de giro. Nas empresas
que recebem os valores correspondentes às suas vendas antes do
pagamento das compras, como normalmente acontece no setor varejista,
esse índice tende a ser elevado.
PART. DAS DISPONIBILIDADES = Disponibilidades / Ativo circulante
Participação das Contas a Receber
Mostra a participação da carteira de duplicatas a receber da empresa
sobre o total do
capital de giro. Quando é muito
alto, pode significar que a empresa está adotando uma política
agressiva de concessão de crédito comercial ou, por outro lado, que
ela enfrenta problemas de altos índices de inadimplência por parte
dos clientes.
PART.DAS CONTAS À RECEBER = Contas a receber / ativo circulante
Participação dos Estoques
Representa o peso dos estoques em relação ao
capital de giro. Um índice
elevado pode significar excessivo investimento em estoques, o que
nem sempre é sinônimo de boa administração desse importantíssimo
item do
capital de giro.
PART. DOS ESTOQUES = Estoques / Ativo Circulante
Índice de Financiamento
Esse parâmetro informa qual é o percentual do
capital de giro que está
suportado por empréstimos bancários e financiamentos. Um índice
baixo pode indicar que a empresa está utilizando, principalmente,
financiamento dos fornecedores em lugar de linhas de crédito
bancário. Também pode refletir uso normal de financiamento de
fornecedores ao lado de uma boa situação de caixa que lhe permite
dispensar os financiamentos bancários.
ÍNDICE DE FINANCIAMENTO = Financiamentos + Encargos Fin. / Ativo
Circulante
Necessidade de
capital de giro
O correto dimensionamento da necessidade de
capital de giro é um dos
maiores desafios do administrador financeiro. Elevado volume de
capital de giro irá desviar
recursos financeiros que poderiam ser aplicados nos ativos
permanentes da empresa. Todavia,
capital de giro muito reduzido
restringirá a capacidade de operação e de vendas da empresa. A
necessidade de
capital de giro pode ser
estimada de dois modos:
• com base no ciclo financeiro ou
• com utilização dos demonstrativos contábeis (balanço patrimonial)
Cálculo com Base no Ciclo Financeiro
Esse método é aplicável a uma empresa em fase de implantação, por
ainda não dispor de demonstrações contábeis. A necessidade de
capital de giro corresponde ao
caixa operacional, ou seja, ao montante mínimo de recursos
financeiros necessários para garantir a operacionalidade da empresa.
Trata-se de uma forma simples de se efetuarem os cálculos, pois o
método pressupõe que as despesas projetadas anuais são uniformemente
distribuídas ao longo do ano.
Cálculo com Base no Balanço Patrimonial
O
capital de giro líquido (CGL)
é definido como a diferença entre o ativo circulante e o passivo
circulante. Porém, nem todo o valor do
CGL assim calculado representa
efetiva necessidade de investimento. O ativo circulante contém
contas transitórias (caixa, bancos, aplicações financeiras de curto
prazo) e no passivo circulante também são transitórios os
empréstimos e financiamentos de curto prazo, bem como os seus
respectivos encargos financeiros. Essas contas transitórias (ativo e
passivo flutuantes) não estão relacionadas à necessidade de
investimento em
capital de giro.
Para se calcular a necessidade de
capital de giro de uma empresa
com base em seu balanço patrimonial é necessário que se
reclassifiquem algumas contas tanto do ativo como do passivo – com a
finalidade específica de se proceder a esses cálculos. Passa-se a
considerar o balanço patrimonial da seguinte maneira:
Ativo Permanente (AP) – formado pelos itens de longo prazo do ativo.
Seu valor é igual à soma dos seguintes itens: realizável a longo
prazo, investimento, imobilizado e diferido.
Ativo Operacional (AO) – representa os recursos utilizados nas
operações da empresa que dependem das características de seu ciclo
operacional. É composto por: duplicatas a receber, estoques e outros
valores a receber que possuem natureza permanente.
Ativo Flutuante (AF) – corresponde aos itens de curtíssimo prazo do
ativo circulante que possuem natureza transitória como caixa, bancos
e aplicações financeiras de curto prazo.
Passivo Permanente (PP) – é formado pelas contas de longo prazo do
passivo e representa a fonte permanente de recursos financeiros da
empresa. É igual à soma do exigível a longo prazo com o patrimônio
líquido.
Passivo Operacional (PO) – representa as contas do passivo
vinculadas ao ciclo operacional da empresa, tais como fornecedores,
salários, encargos, impostos, taxas e outras contas a pagar.
Passivo Flutuante ( PF) – corresponde aos itens de curtíssimo prazo
do passivo circulante que não têm vinculação direta com as operações
da empresa. São eles: empréstimos, financiamentos e outras
obrigações financeiras de curto prazo.
A fórmula de cálculo da necessidade de
capital de giro é:
ATIVO OPERACIONAL – PASSIVO OPERACIONAL e,
O cálculo para
capital de giro líquido é:
PASSIVO PERMANENTE - ATIVO PERMANENTE ou
ATIVO CIRCULANTE – PASSIVO CIRCULANTE
Reserva de capital de giro
O
capital de giro é fortemente
influenciado pelas incertezas inerentes a todo tipo de atividade
empresarial. Por esse motivo, a empresa deve manter uma reserva
financeira para enfrentar os eventuais problemas que podem surgir.
Quanto maior for a reserva financeira alocada à manutenção do
capital de giro, menores serão
as possibilidades de crises financeiras, ou seja, menor será o risco
de a empresa deixar de honrar seus compromissos financeiros a curto
prazo, nas datas de seus vencimentos. Mais uma vez, no entanto, deve
ser lembrado que somente os ativos permanentes proporcionam a
rentabilidade satisfatória para a empresa. A rentabilidade obtida
pela reserva de
capital de giro aplicada no mercado
financeiro não constitui a atividade-fim das empresas
não-financeiras.
O administrador financeiro deve buscar, portanto, um equilíbrio
entre o volume necessário à manutenção da reserva de
capital de giro
e o valor a ser aplicado no ativo permanente da empresa. Deve
lembrar, por fim, que a rentabilidade da empresa pode esperar por
uma recuperação de lucros, mas que o
capital de giro não pode esperar.
Ele é prioritário. Sem o lucro, a empresa fica estagnada ou encolhe,
porém, sem o
capital de giro, ela desaparece.
Redução da Necessidade de
capital de giro
Um ciclo financeiro curto permite maior giro de caixa, que, por sua
vez, implica menor necessidade de
capital de giro. O ciclo financeiro
de uma empresa depende de três fatores: prazo de pagamento das
compras, prazo de produção ou estocagem e prazo de recebimento das
vendas. Os prazos de pagamento de compras e de recebimento das
vendas são determinados pelas condições de mercado. Apenas
alterações provisórias desses prazos poderiam ser conseguidas a
partir de negociações com fornecedores e clientes. Por esse motivo,
as medidas financeiras para encurtamento do ciclo financeiro são
pouco eficazes.
Apenas o encurtamento do prazo de produção ou estocagem pode fazer
mudanças significativas e duradouras sobre o ciclo financeiro da
empresa. Essas medidas, entretanto, estão fora do escopo da área
financeira, exigindo o concurso das áreas técnicas, como de
produção, operação ou logística para sua implementação. tabersas
técnicas podem proporcionar o encurtamento da etapa de produção ou
operação da empresa, dentre as quais se pode destacar Just in Time (JIT),
Administração Total da Qualidade (TQM), Supply Chain Management,
Lean Production, etc..
Dos muitos problemas ocorridos com as empresas que as obrigam a
recorrer a bancos e a outras instituições financeiras em busca de
recursos para seu
capital de giro, destacam-se:
má administração da empresa em diversas áreas elevando demais os
custos fixos;
sazonalidade das vendas;
ciclo operacional e ciclo financeiro muito longos;
excesso de inadimplência por parte de clientes;
empréstimos e financiamentos obtidos a custos muito elevados;
Segundo o Diretor Comercial da
ALLFINANCE Corretora de Negócios o Sr. Alcy Zancope,
outra maneira de definir para a pequena empresa encontrado na
internet para a expressão de
capital de giro, é:
Quando uma empresa inicia as suas atividades, recebe dois tipos de
investimentos. Um, considerado como investimento fixo, que servirá
para a aquisição das máquinas, móveis, prédio, ferramentas, enfim,
para investir em itens do ativo imobilizado.
A outra parte dos investimentos vai compor uma reserva de recursos
para ser utilizada conforme as necessidades financeiras da empresa
ao longo do tempo. É o chamado
capital de giro. Esses recursos
ficam alocados nos estoques, nas contas a receber, no caixa ou na
conta corrente bancária.
Fique atento: Reconhecer e também administrar, de forma correta o
valor correto do
capital de giro significa ficar
longe de descontos de cheques pré-datados e duplicatas, todos os
dias.
O estoque de uma empresa é formado e mantido em função das
necessidades do mercado consumidor, portanto, este está sempre
sofrendo mudanças, seja em tipos de itens ou em quantidades.
Quanto maior a necessidade de investimento nos estoques, mais
recursos financeiros a empresa deverá ter, complementa Alcy Zancope
“ mais
capital de giro será necessário.
As contas a receber são resultados das vendas realizadas a prazo, ou
seja, o seu cliente leva o seu produto e lhe devolve o recurso
financeiro depois. Portanto, quanto mais prazo você oferece ao
cliente ou quanto maior for a parcela de vendas a prazo no seu
faturamento, mais recursos financeiros a empresa deverá ter.
É nas contas correntes bancárias e no caixa que fica concentrada a
parcela dos recursos financeiros disponíveis da empresa, ou seja,
aquela que a empresa pode utilizar a qualquer tempo para honrar os
seus compromissos diversos. Dependendo do saldo inicial, das
entradas e das saídas, pode ocorrer uma falta ou uma sobra desses
recursos em um momento específico, dia ou semana.
Neste sentido, as decisões de compras e vendas não podem ser tomadas
sem nenhum critério. Sempre que uma decisão de compra ou de venda
for tomada é necessário que sejam feitas uma análise e uma avaliação
sobre a disposição dos recursos financeiros da empresa para isso. Se
for tomada uma decisão de compra em excesso, a empresa deverá ter
uma quantidade maior de recursos financeiros. Se for tomada uma
decisão de dar mais tempo para os clientes nas vendas a prazo, a
empresa também precisará de mais recursos financeiros. Se esse
recurso não existe, a empresa acabará tendo de utilizar recursos
emprestados de bancos, de fornecedores ou de outras fontes, o que
irá gerar uma necessidade de pagamentos de juros, diminuindo a
margem de lucro do negócio.
Portanto administrar o
capital de giro da empresa
significa avaliar o momento atual, as faltas e as sobras de recursos
financeiros e os reflexos gerados por decisões tomadas em relação a
compras, vendas e à administração do caixa.
A
ALLFINANCE Corretora de negócios se baseia na necessidade
dos recursos e na sua capacidade de retorno do investimento para
elaborar bons projetos de captação de
capital de giro, afirma o Sr. Alcy
Zancope.
Segundo o Sr. José de Arimatea Dantas, consultor do SEBRAE, sobre o
tema:
“Custos que nunca mudam e custos sujeitos a mudanças”, escreve:
Quando falamos em custos, duas importantes formas de agrupá-los vêm
à mente das pessoas que lidam com eles: custos diretos e indiretos e
custos fixos e variáveis.
São considerados custos diretos, aqueles que se identificam
diretamente com os produtos fabricados como os materiais diretos e a
mão de obra direta. Já custos indiretos, são aqueles cuja alocação
ao produto depende de critérios de rateios subjetivos, ora com um
grau de precisão maior, ora menor, dependendo da relação do custo
com o processo de produção. Entre outras, uma das importâncias deste
agrupamento reside na necessidade de se comparar o preço de venda de
um produto com o seu custo de produção, para apurar o resultado
obtido com a venda.
Conhecemos custos variáveis como aqueles que se alteram
proporcionalmente às modificações no volume de vendas, sendo fixos
em termos unitários, enquanto custos fixos não se alteram face à
inconstância dos volumes de vendas, razão pela qual se alteram
unitariamente conforme varia o volume de vendas. Assim, a
matéria-prima, a mão-de-obra direta, comissão de vendedor e tributos
enquadram-se como custos e despesas variáveis, enquanto o aluguel e
a depreciação enquadram-se como fixos. Agrupar os custos em fixos ou
variáveis é de fundamental importância para a determinação do ponto
de equilíbrio das empresas. Ao dividirmos os custos fixos totais
pelo preço unitário subtraído dos custos variáveis unitários,
subtração esta denominada “margem de contribuição”, chegamos à
quantidade mínima que a empresa precisa vender para que não atue com
prejuízo, quantidade esta que conhecemos como “ponto de equilíbrio
operacional”.
Embora estes agrupamentos sejam de vital importância dentro da área
contábil e financeira, a ponto de muitos profissionais destas áreas
os terem como únicos quando se fala em custo, eles não esgotam as
possibilidades quando analisamos custos. Se pensarmos custos do
ponto de vista da ocorrência temporal do desembolso, poderemos
observar que há custos que já ocorreram e custos que ainda
ocorrerão.
Dentro desta ótica, temos então dois grupos bem distintos: um como
importante ferramenta para a análise do que se passou e outro que se
beneficia desta análise, para uma melhor estruturação dos
desembolsos que virão sem sombras de dúvida.
Informações de custos calcadas nos valores já desembolsados,
primeiramente confirmam aquilo que já temos noção através da
vivência do dia a dia da empresa, como por exemplo, a relação
passada entre receitas, custos e volumes de vendas que nos auxilia a
predizer, com bom grau de precisão, o que ocorrerá, a continuar tudo
como está.
Porém, não é neste ambiente que a grande maioria das microempresas e
empresas de pequeno porte vivem. A realidade para a maioria delas é
um ambiente altamente competitivo, com pouca margem para aumentos de
preços ou de volume de vendas, razão pela qual, análises mais
profundas dos custos que já ocorreram, podem nos levar a refletir
sobre como fazer para que possamos diminuir tais gastos.
Muitas vezes, não é o negócio que está se tornando inviável, mas nós
que não estamos notando que aquilo que um dia já foi uma boa
prática, hoje não é mais. Independentemente de serem diretos ou
indiretos, fixos ou variáveis, podemos e devemos estar sempre
analisando os custos, para que no momento do desembolso, tenhamos
conseguido o menor valor, com o melhor resultado para a empresa.
Considerar todos os custos e despesas que ainda não ocorreram
passíveis de alteração, pode nos garantir uma maior diferença entre
as receitas e os custos, ainda que não se alterem preços unitários e
quantidades vendidas, aumentando assim o retorno do negócio. E para
fazer valer esta possibilidade, é preciso perspicácia. Reanalisar
processos, acompanhar o desenvolvimento de novas tecnologias na
área, procurar ganhos de escala, fazer um bom planejamento
tributário, negociar valores e prazos, prospectar novos
fornecedores, analisar novas possibilidades para diminuir ociosidade
e desperdícios, determinar um custo padrão ideal para tê-lo como
meta. Tudo isto pode levar a diminuir os custos antes que eles se
efetivem. Mais que isto, pode nos levar a analisar novos cenários, a
partir de um preço menor, com ganho de escala, face a um aumento de
vendas.
Lembre-se: depois de efetivado, não há mais como rever o custo,
razão pela qual é importante o esforço de análise antes de se
efetivar o gasto.
Outra definição avaliada pelo Sr. Alcy Zancope, diretor da
ALLFINANCE Corretora de Negócios é o texto do prof.
Alaelson Cruz, como segue:
Conceitos básicos:
O
capital de giro é a parte do
capital utilizada para o financiamento dos ativos circulantes da
empresa e que garante uma margem de segurança no financiamento da
atividade operacional.
Estes são os recursos financeiros que o empresário precisa para
manter a empresa, até que esta possa dar retorno, além dos recursos
necessários para a sua própria sobrevivência, durante este período.
As perguntas a serem feitas são:
- Quanto tempo o meu empreendimento leva para gerar receita?
- Qual é o custo mensal de manutenção do negócio (funcionários,
insumos, manutenção, etc.)?
A definição mais comum de CCL é a diferença entre os ativos
circulantes e os passivos circulantes da empresa. Se os ativos
circulantes excederem os passivos circulantes, a empresa tem CCL. A
maioria das empresa precisa operar com um certo montante de CCL, mas
a quantidade exata depende muito do setor industrial. As empresas
com fluxos de caixa muito previsíveis, como as de eletricidade,
podem operar com CCL negativo; contudo, a maioria das empresas
precisa manter níveis positivos de CCL.
A aplicação do CCL ( bem como de outros índices de liquidez ) para
determinar a liquidez da firma baseia-se num fundamento teórico que
estabelece que quanto maior for a margem com a qual os ativos
circulantes de uma empresa cobrem as sua obrigações a curto prazo
(passivos circulantes), maior será sua capacidade de pagar suas
contas na data do vencimento. Esta expectativa baseia-se na crença
de que os ativos circulantes são fontes de recebimentos, ao passo
que os passivos circulantes fontes de desembolso.
Contudo, surge um problema devido aos diversos graus de liquidez
relativos a cada ativo circulante e passivo circulante. Embora os
ativos circulantes não possam ser convertidos sem caixa exatamente
no momento desejado, quando maior for o montante de ativos
circulantes, será mais provável converter-se alguns ativos
circulantes em caixa, para se pagar uma dívida na data de seu
vencimento.
Uma outra definição de CCL é aquela porção dos ativos circulantes de
uma empresa com fundos a longo prazo. Essa definição pode ser melhor
ilustrada através de um tipo especial de Balanço, como aquele feito
para a Companhia GNI, apresentado na Figura 1. O eixo vertical do
Balanço é uma escala em $ sobre a qual são mostrados todos os seus
itens importantes.
Tomando o exemplo de uma empresa que tem $2.700 de ativos
circulantes, $4.300 de ativos permanentes e $7.00 de ativos totais e
$1,600 de passivos circulantes, $2.400 ($4.00 - $1.600 ), de
exigível alongo prazo e $3.00 de patrimônio líquido ($7.00 - $4.00).
O exigível a longo prazo mais o patrimônio líquido de uma empresa
representam suas origens de recursos a longo prazo; os recursos a
longo prazo da Companhia GNI são de $5.400. A parte dos ativos
circulantes da empresa financiada com recursos a longo prazo foi
chamada de “Capital Circulante Líquido”. A análise dessa figura deve
possibilitar ao leitor entender melhor por que o capital circulante
líquido de uma empresa pode ser considerado como a porção de ativo
circulante financeiro com recursos a longo prazo. Sabendo-se que os
passivos circulantes representam as origens de recursos a curto
prazo da empresa, desde que os ativos circulantes excedam os
passivos circulantes, o montante do excesso precisa ser financiado
através de recursos a longo prazo.
capital de giro: um desafio
permanente
O
capital de giro representa, em
média, 30 a 40% do total dos ativos de uma empresa. O capital
permanente tem um peso maior sobre o total dos ativos, atingindo
entre 60 e 70%.
Apesar de sua menor participação sobre o total dos ativos da
empresa, o
capital de giro exige um esforço do
administrador financeiro maior do que aquele requerido pelo capital
fixo.
O
capital de giro precisa de
acompanhamento permanente, pois está continuamente sofrendo o
impacto das diversas mudanças enfrentadas pela empresa. Já o capital
fixo não exige atenção constante, uma vez que os fatos capazes de
afetá-lo acontecem com uma freqüência bem menor.
Boa parte dos esforços do administrador financeiro típico é
canalizada para resolução de problemas de
capital de giro - formação e
financiamento de estoques, gerenciamento do contas a receber e
administração de déficits de caixa.
Nesta luta para sobreviver, a empresa acaba sendo arrastada pelos
problemas de gestão do
capital de giro e tende a
sacrificar seus objetivos de longo prazo. Os empresários conhecem
bem este fenômeno. Boa parte de seu tempo é consumido "apagando
incêndios", onde o foco mais perigoso reside no
capital de giro.
A administração do
capital de giro abrange a
administração das contas circulantes da empresa, incluindo ativos
circulantes e passivos circulantes. A administração do
capital de giro é um dos aspectos
mais importantes da Administração financeira, considerada
globalmente, já que os ativos circulantes representam cerca de 50%
do ativo total e perto de 30% do financiamento total é representado
por passivos circulantes nas empresas industriais. Uma empresa
precisa manter um nível satisfatório de
capital de giro. Os ativos
circulantes da empresa devem ser suficientemente consideráveis de
modo a cobrir seus passivos circulantes, garantindo-se com isso
margem razoável de segurança.
O objetivo da administração do
capital de giro é administrar cada
um dos ativos circulantes da empresa, de tal forma que um nível
aceitável de capital circulante líquido seja mantido. Os ativos
circulantes mais importantes tratados neste texto são: caixa,
títulos negociáveis, duplicatas a receber e estoques. Cada um desses
ativos deve ser administrado eficientemente, a fim de se manter a
liquidez da empresa, ao mesmo tempo em que se evita um nível alto
demais de qualquer um deles. Os passivos circulantes básicos
tratados são: duplicatas a pagar, títulos a pagar e despesas
provisionadas a pagar ( salários a pagar , impostos, provisões).
Cada uma dessas fontes de financiamento a curto prazo deve ser
cuidadosamente administrada, para se ter a garantia de que os
financiamentos são obtidos e usados da melhor forma possível.
Medidas para solucionar os problemas de
capital de giro
As dificuldades de
capital de giro numa empresa são
devidas, principalmente, à ocorrência dos seguintes fatores:
- Redução de vendas
- Crescimento da inadimplência
- Aumento das despesas financeiras
- Aumento de custos
- Alguma combinação dos quatro fatores anteriores
Na situação mais freqüente, os problemas de
capital de giro surgem como
conseqüência de uma redução de vendas. Neste caso, o administrador
financeiro se defronta com as seguintes questões: como manter o
capital de giro sob controle diante
de um quadro de redução das vendas ? o que pode ser feito para
evitar uma crise maior de
capital de giro ?
Os tópicos seguintes apresentam algumas alternativas de solução para
essas questões.
1. Formação de reserva financeira
Como acontece no trato de muitos outros problemas, a ação preventiva
tem um papel importante para a solução dos problemas de capital de
giro.
A principal ação consiste na formação de reserva financeira para
enfrentar as mudanças inesperadas no quadro financeiro da empresa.
A determinação do volume dessa reserva financeira levará em conta o
grau de proteção que se deseja para o
capital de giro. Também uma análise
do tipo "o que aconteceria ao
capital de giro se...." poderia ser
bastante útil para se formular a estimativa do volume da reserva
financeira.
À primeira vista, poderia soar antieconômico a formação de uma
reserva financeira, já que esta decisão tiraria recursos financeiros
que de outra forma deveriam ser aplicados no investimento em ativos
fixos de modo a permitir a expansão da empresa.
Dada a alta volatilidade da economia brasileira, a formação de
reserva financeira para o
capital de giro deveria ser a
prioridade econômica fundamental da empresa. Além disso, os recursos
destinados e essa reserva seriam aplicados no mercado financeiro,
onde as taxas de juros têm sido maiores do que a taxa de
rentabilidade do capital fixo.
2. Encurtamento do ciclo econômico
Quando a empresa encurta seu ciclo econômico - este pode ser
definido como o tempo necessário à transformação dos insumos
adquiridos em produtos ou serviços - suas necessidades de capital de
giro se reduzem drasticamente.
Numa indústria, a redução do ciclo econômico significa um menor
tempo para produzir e vender. No comércio, esta redução significa um
giro mais rápido dos estoques. Na atividade de serviços, a redução
do ciclo econômico significa basicamente trabalhar com um cronograma
mais curto para a execução dos serviços,
A redução do ciclo econômico não é uma função tipicamente
financeira. Ela requer o apoio de funções como produção, operação e
logística.
3. Controle da inadimplência
A inadimplência dos clientes de uma empresa pode decorrer do quadro
econômico geral do país ou de fatores no âmbito da própria empresa.
No primeiro caso, a contração geral da atividade econômica e a
conseqüente diminuição da renda das pessoas, tende a aumentar a
inadimplência. Nesta situação, a empresa tem pouco controle sobre o
problema.
Quando a inadimplência é decorrente de práticas de crédito
inadequadas, estabelecidas pela própria empresa, existe uma solução
viável para o problema. Neste caso, é preciso dar mais atenção à
qualidade das vendas (tanto as vendas a crédito como as vendas
faturadas) do que ao volume dessas vendas. No caso das vendas a
crédito, também será recomendável uma redução do prazo de pagamento
concedido aos clientes.
4. Não se endividar a qualquer custo
Na tentativa de suprir a insuficiência de
capital de giro, muitas empresa
utilizam empréstimos de custo elevado. Como regra, qualquer dinheiro
captado a um custo maior do que 1,17% ao mês (ou 15% ao ano) em
termos reais, é incompatível com a rentabilidade normal da empresa
que é de 15 % ao ano, também em termos reais. Assim, uma linha de
crédito de curto prazo que hoje não custa menos do 2% ao mês em
termos reais, é claramente antieconômica.
O financiamento de
capital de giro a uma taxa real
maior do que 1,17% ao mês, pode resolver o problema imediato de
caixa da empresa, mas cria um novo problema - seu pagamento.
O administrador tem consciência da inviabilidade do custo financeiro
dos financiamentos de
capital de giro. Ele tenta ganhar
tempo, esperando que uma melhora posterior nas condições de mercado
da empresa permitam pagar o capital de terceiros. Todavia, quando a
recuperação das vendas acontece, a empresa já acumulou um estoque de
dívidas cujo pagamento será impraticável.
5. Alongar o perfil do endividamento
Quando a empresa consegue negociar um prazo maior para o pagamento
de suas dívidas, ela adia as saídas de caixa correspondentes e,
portanto, melhora seu
capital de giro. Embora essa
melhora seja provisória, ajudará bastante até que a empresa se
ajuste financeiramente.
Também neste caso, é importante uma atenção especial para o custo do
alongamento de prazo. Ele precisa ser suportado pela rentabilidade
da empresa.
6. Reduzir custos
A implantação de um programa de redução de custos tem um efeito
positivo sobre o
capital de giro da empresa desde
que não traga restrições às suas vendas ou à execução de suas
operações.
Uma vez que a empresa com problema de
capital de giro também estará com
sua capacidade de investimento comprometida, a redução de custos em
atividades como modernização, automação ou informatização não será
possível.
Diante de uma crise de
capital de giro, o programa de
redução de custos tem natureza compulsória e seu grande desafio é
identificar aqueles itens de gastos que possam ser cortados sem
grandes prejuízos para as atividades da empresa. Dificilmente serão
encontrados gastos supérfluos ou desperdícios, pois a crise de
capital de giro naturalmente já os
deve ter eliminados.
7. Substituição de passivos
A política de substituição de passivos consiste em trocar uma dívida
por outra de menor custo financeiro. Por exemplo, uma empresa de
grande porte poderia adotar esta solução, através do lançamento de
títulos no exterior ou mesmo fazendo um lançamento de ações.
Entretanto, as empresas de pequeno e médio porte não têm essa opção.
Um programa tradicional de substituição de passivos para essas
empresas quase sempre significaria trocar seis por meia dúzia.
Numa situação extrema, as pequenas e médias empresas poderiam trocar
passivo exigível por passivo não exigível (capital), através da
admissão de novos sócios. Sem dúvida, esta seria uma solução a ser
adotada em último caso.
SOLUÇÃO DEFINITIVA
É evidente que existe um forte entrelaçamento entre a administração
do
capital de giro da empresa e sua
administração estratégica.
Por isso, a solução definitiva para o problema do
capital de giro
consiste na recuperação da lucratividade da empresa e a conseqüente
recomposição de seu fluxo de caixa.
Esta solução exige a adoção de medidas estratégicas de grande
alcance que vão desde o lançamento de novos produtos ou serviços e a
eliminação de outros, adoção de novos canais de venda ou até mesmo a
reconfiguração do negócio como um todo.
Desse modo, a solução dos problemas de
capital de giro de uma empresa
requer muito mais do que medidas financeiras. Estratégias, operações
e práticas gerenciais, entre outras, precisarão ser repensadas para
que o
capital de giro volte ao estado de
normalidade.
GERÊNCIA DO
capital de giro
É necessário um certo nível de CCL, já que quase todas as entradas e
saídas de caixa não são perfeitamente sincronizadas. As saídas de
caixa resultantes do pagamento de obrigações correntes são
relativamente previsíveis. Em geral, no momento em que se incorre
numa obrigação, fica-se sabendo que as contas vencem. Por exemplo,
quando se compra mercadorias a prazo, as condições de crédito
concedido à empresa exigem o pagamento numa data já estabelecida. A
mesma previsibilidade é característica dos títulos a pagar e das
despesas provisionadas a pagar, que possuem datas estabelecidas de
pagamento. O que é difícil de prever são as entradas de caixa. É
muito difícil prever quando os ativos circulantes, exceto caixa e
títulos negociáveis, serão convertidos em caixa. Quanto mais
previsíveis forem essas entradas de caixa, menos CCL se requer. Uma
vez que companhias de eletricidade possuem um padrão previsível de
entradas de caixa, podem operar com pouco ou nenhum CCL. As empresas
com entradas de caixa mais incertas precisam manter níveis de ativos
circulantes adequados para cobrir as obrigações correntes. A
incapacidade da maioria das empresas em confrontar recebimentos com
pagamentos é que torna obrigatório manter fontes de recebimentos
(ativos circulantes) em nível superior às fontes de desembolso
(passivos circulantes).
Um elemento importante e muito desconhecido, para os pequenos
empresários, é a chamada NCG ou NECESSIDADE DE
capital de giro.
Por NCG, entendemos:
NCG = ATIVO OPERACIONAL (-) PASSIVO OPERACIONAL
O Ativo Operacional é composto, basicamente, de estoques e contas a
receber, enquanto que o Passivo por contas com fornecedores e
despesas provisionadas.
Geralmente, na grande parte das empresas, o Passivo Operacional será
menor que o Ativo Operacional. Do ponto de vista da solvência, isto
é um bom indicador. Isto porque aquele famoso índice de liquidez
sempre será maior que 1.
Mas como explicar que empresas com tal índice maior que 1, estão,
constantemente, com suas contas no vermelho e recorrendo aos bancos,
para descontar duplicatas?
Segundo Adriano Gomes (2000), colunista do SEBRAE-SC, "É a famosa
confusão entre solvência e liquidez. Quando olhamos a liquidez
pretendemos entender as relações entre financiamento das operações e
onde a empresa está usando tais recursos. Mais que isso, há o efeito
dos prazos médios de todas as contas envolvidas. Quando existe menos
financiamento para as atividades operacionais, esta diferença é
coberta: ou por capital próprio ou por capital de terceiros".
Precisamos então de algumas informações úteis para gerir o caixa de
uma empresa, pois enfrentamos uma natureza dinâmica. A todo
instante, este sofre alterações e, portanto, requer instrumentos
para sua administração.
"Se uma empresa ainda está na época de anotar as coisas na agenda,
há de se redobrar os cuidados" (Adriano Gomes, 2000). Imagine,
agora, aquelas que nem anotam...
Torna-se necessário, com um rigoroso controle, obter os números que,
de uma maneira ou de outra, aumentem a NCG. As ações devem ser
estruturadas evitando o aumento do NCG, pela correta administração
do caixa.
Ações que aumentam a necessidade de
capital de giro:
Aumento do prazo médio de recebimento;
Aumento do prazo médio de estocagem;
Diminuição do prazo médio de fornecedores;
Diminuição do prazo médio de despesas provisionadas.
Tal fato pode ser conseguido pela elaboração de um PLANO DE AÇÕES,
colocando força num sistema eficaz para a busca de resultados na
área financeira, mais propriamente dita em PLANEJAMENTO DA LIQUIDEZ.
A NCG é um investimento permanente, que as empresas realizam em suas
atividades operacionais ou de giro. A elaboração e o acompanhamento
do FLUXO DE CAIXA são fatores predominantes para manter sua conta no
AZUL!
Segundo o Sr. Alcy Zancopé diretor comercial da
ALLFINANCE Corretora de Negócios Internacionais, um bom
exemplo de garantias, que os empresários precisaram compor em seu
projeto, é:
Quem possui uma empresa sabe da necessidade constante de
movimentação financeira, e que uma vez ou outra precisa de dinheiro
para capitalizar, nessa hora é bom pegar um
capital de giro, tipo de
financiamento para empresas de curto, médio ou longo prazo destinado
a suprir necessidades de caixa, normalmente utilizado para
reorganizar o fluxo financeiro ou, mas também muito usado para
desenvolvimento de novos projetos e empreendimentos.
No Financiamento para
capital de giro as modalidades de
pagamentos são diversas, o tomador do crédito pode optar em pagar em
parcelas, tudo depende da necessidade do empresário e do fluxo de
caixa.
Financiar
capital de giro?
Quais são as garantias ?
O empresário ou empresa pode oferecer como garantia, máquinas,
equipamentos e veículos através de Alienação Fiduciária, Hipoteca,
Penhor de Recebíveis, Penhor Mercantil, Cessão de Crédito, Penhor de
Quotas de Sociedade Limitada, Penhor de Ações, Penhor de
Títulos/Penhor de Direitos Creditórios, Duplicatas, Cheques
pré-datados entre outros.
Quais as vantagens de fazer um
capital de giro?
Não precisa comprovar a destinação dos recursos; a contratação do
empréstimo é totalmente simples; os prazos para pagamento podem ser
negociados de acordo com a necessidade.
A movimentação dos recursos é realizada por meio de transferências
para a conta corrente do cliente.
O limite do financiamento de
capital de giro é definido de
acordo com a capacidade de pagamento da sua empresa.
A maioria dos bancos comerciais disponibiliza um leque enorme
produtos e serviços destinados ao financiamento de
capital de giro
das empresas, entre existem algumas diferenças principais na
liberação do crédito como: prazos; taxas e juros (custo); tributação
de impostos; garantias; critérios e regras bancárias operacionais de
cada um: concentração de crédito com clientes, garantias exigidas,
etc.; e ainda restrições impostas pelo Banco Central do Brasil.
Em geral o empréstimo de
capital de giro tem taxas de juros
mais baixas quando é dado como garantia as duplicatas em uma relação
de 120 a 150% do principal emprestado. Quando a garantia do crédito
para
capital de giro envolve outras
garantias, como avalista, hipotecas de imóveis e notas promissórias,
os juros são mais altos.
Nosso diretor Sr. Alcy Zancope, responsável pela área comercial da
ALLFINANCE CORRETORA DE NEGÓCIOS, vislumbra a necessidade
do empresariado brasileiro no constante desafio de estabelecer os
limites de captação e retenção de
capital de giro da empresa, assim
segue mais um texto publicado na rede mundial de computadores, sobre
o Tema
capital de giro:
UM DESAFIO PERMANENTE
O
capital de giro representa, em
média, 30 a 40% do total dos ativos de uma empresa. O capital
permanente tem um peso maior sobre o total dos ativos, atingindo
entre 60 e 70%.
Apesar de sua menor participação sobre o total dos ativos da
empresa, o
capital de giro exige um esforço do
administrador financeiro maior do que aquele requerido pelo capital
fixo.
O
capital de giro precisa de
acompanhamento permanente, pois está continuamente sofrendo o
impacto das diversas mudanças enfrentadas pela empresa. Já o capital
fixo não exige atenção constante, uma vez que os fatos capazes de
afetá-lo acontecem com uma freqüência bem menor.
Boa parte dos esforços do administrador financeiro típico é
canalizada para resolução de problemas de
capital de giro - formação e
financiamento de estoques, gerenciamento do contas a receber e
administração de déficits de caixa.
Nesta luta para sobreviver, a empresa acaba sendo arrastada pelos
problemas de gestão do
capital de giro e tende a
sacrificar seus objetivos de longo prazo. Os empresários conhecem
bem este fenômeno. Boa parte de seu tempo é consumido "apagando
incêndios", onde o foco mais perigoso reside no
capital de giro.
MEDIDAS PARA SOLUCIONAR OS PROBLEMAS DE
capital de giro
As dificuldades de
capital de giro numa empresa são
devidas, principalmente, à ocorrência dos seguintes fatores:
- Redução de vendas
- Crescimento da inadimplência
- Aumento das despesas financeiras
- Aumento de custos
- Alguma combinação dos quatro fatores anteriores
Na situação mais freqüente, os problemas de
capital de giro surgem como
conseqüência de uma redução de vendas. Neste caso, o administrador
financeiro se defronta com as seguintes questões: como manter o
capital de giro sob controle diante
de um quadro de redução das vendas ? o que pode ser feito para
evitar uma crise maior de
capital de giro ?
Os tópicos seguintes apresentam algumas alternativas de solução para
essas questões.
1. Formação de reserva financeira
Como acontece no trato de muitos outros problemas, a ação preventiva
tem um papel importante para a solução dos problemas de capital de
giro.
A principal ação consiste na formação de reserva financeira para
enfrentar as mudanças inesperadas no quadro financeiro da empresa.
A determinação do volume dessa reserva financeira levará em conta o
grau de proteção que se deseja para o
capital de giro. Também uma análise
do tipo "o que aconteceria ao
capital de giro se...." poderia ser
bastante útil para se formular a estimativa do volume da reserva
financeira.
À primeira vista, poderia soar antieconômico a formação de uma
reserva financeira, já que esta decisão tiraria recursos financeiros
que de outra forma deveriam ser aplicados no investimento em ativos
fixos de modo a permitir a expansão da empresa.
Dada a alta volatilidade da economia brasileira, a formação de
reserva financeira para o
capital de giro deveria ser a
prioridade econômica fundamental da empresa. Além disso, os recursos
destinados e essa reserva seriam aplicados no mercado financeiro,
onde as taxas de juros têm sido maiores do que a taxa de
rentabilidade do capital fixo.
2. Encurtamento do ciclo econômico
Quando a empresa encurta seu ciclo econômico - este pode ser
definido como o tempo necessário à transformação dos insumos
adquiridos em produtos ou serviços - suas necessidades de capital de
giro se reduzem drasticamente.
Numa indústria, a redução do ciclo econômico significa um menor
tempo para produzir e vender. No comércio, esta redução significa um
giro mais rápido dos estoques. Na atividade de serviços, a redução
do ciclo econômico significa basicamente trabalhar com um cronograma
mais curto para a execução dos serviços,
A redução do ciclo econômico não é uma função tipicamente
financeira. Ela requer o apoio de funções como produção, operação e
logística.
3. Controle da inadimplência
A inadimplência dos clientes de uma empresa pode decorrer do quadro
econômico geral do país ou de fatores no âmbito da própria empresa.
No primeiro caso, a contração geral da atividade econômica e a
conseqüente diminuição da renda das pessoas, tende a aumentar a
inadimplência. Nesta situação, a empresa tem pouco controle sobre o
problema.
Quando a inadimplência é decorrente de práticas de crédito
inadequadas, estabelecidas pela própria empresa, existe uma solução
viável para o problema. Neste caso, é preciso dar mais atenção à
qualidade das vendas (tanto as vendas a crédito como as vendas
faturadas) do que ao volume dessas vendas. No caso das vendas a
crédito, também será recomendável uma redução do prazo de pagamento
concedido aos clientes.
4. Não se endividar a qualquer custo
Na tentativa de suprir a insuficiência de
capital de giro, muitas empresa
utilizam empréstimos de custo elevado. Como regra, qualquer dinheiro
captado a um custo maior do que 1,17% ao mês (ou 15% ao ano) em
termos reais, é incompatível com a rentabilidade normal da empresa
que é de 15 % ao ano, também em termos reais. Assim, uma linha de
crédito de curto prazo que hoje não custa menos do 2% ao mês em
termos reais, é claramente antieconômica.
O financiamento de
capital de giro a uma taxa real
maior do que 1,17% ao mês, pode resolver o problema imediato de
caixa da empresa, mas cria um novo problema - seu pagamento.
O administrador tem consciência da inviabilidade do custo financeiro
dos financiamentos de
capital de giro. Ele tenta ganhar
tempo, esperando que uma melhora posterior nas condições de mercado
da empresa permitam pagar o capital de terceiros. Todavia, quando a
recuperação das vendas acontece, a empresa já acumulou um estoque de
dívidas cujo pagamento será impraticável.
5. Alongar o perfil do endividamento
Quando a empresa consegue negociar um prazo maior para o pagamento
de suas dívidas, ela adia as saídas de caixa correspondentes e,
portanto, melhora seu
capital de giro. Embora essa
melhora seja provisória, ajudará bastante até que a empresa se
ajuste financeiramente.
Também neste caso, é importante uma atenção especial para o custo do
alongamento de prazo. Ele precisa ser suportado pela rentabilidade
da empresa.
6. Reduzir custos
A implantação de um programa de redução de custos tem um efeito
positivo sobre o
capital de giro da empresa desde
que não traga restrições às suas vendas ou à execução de suas
operações.
Uma vez que a empresa com problema de
capital de giro também estará com
sua capacidade de investimento comprometida, a redução de custos em
atividades como modernização, automação ou informatização não será
possível.
Diante de uma crise de
capital de giro, o programa de
redução de custos tem natureza compulsória e seu grande desafio é
identificar aqueles itens de gastos que possam ser cortados sem
grandes prejuízos para as atividades da empresa. Dificilmente serão
encontrados gastos supérfluos ou desperdícios, pois a crise de
capital de giro naturalmente já os
deve ter eliminados.
7. Substituição de passivos
A política de substituição de passivos consiste em trocar uma dívida
por outra de menor custo financeiro. Por exemplo, uma empresa de
grande porte poderia adotar esta solução, através do lançamento de
títulos no exterior ou mesmo fazendo um lançamento de ações.
Entretanto, as empresas de pequeno e médio porte não têm essa opção.
Um programa tradicional de substituição de passivos para essas
empresas quase sempre significaria trocar seis por meia dúzia.
Numa situação extrema, as pequenas e médias empresas poderiam trocar
passivo exigível por passivo não exigível (capital), através da
admissão de novos sócios. Sem dúvida, esta seria uma solução a ser
adotada em último caso.
SOLUÇÃO DEFINITIVA
É evidente que existe um forte entrelaçamento entre a administração
do
capital de giro da empresa e sua
administração estratégica.
Por isso, a solução definitiva para o problema do
capital de giro
consiste na recuperação da lucratividade da empresa e a conseqüente
recomposição de seu fluxo de caixa.
Esta solução exige a adoção de medidas estratégicas de grande
alcance que vão desde o lançamento de novos produtos ou serviços e a
eliminação de outros, adoção de novos canais de venda ou até mesmo a
reconfiguração do negócio como um todo.
Desse modo, a solução dos problemas de
capital de giro de uma empresa
requer muito mais do que medidas financeiras. Estratégias, operações
e práticas gerenciais, entre outras, precisarão ser repensadas para
que o
capital de giro volte ao estado de
normalidade.
Com uma vista simplista e objetiva, o diretor Sr. Alcy Zancope da
empresa
ALLFINANCE Corretora de Negócios,
busca maneiras de transmitir em palavras de fácil entendimento,
textos sobre:
EMPRÉSTIMOS PARA
capital de giro
São a operações tradicionais de empréstimo vinculadas a um contrato
específico que estabeleça prazo, juros(taxas), valores e garantias
necessárias e que atendem às necessidades de
capital de giro das empresas.
O plano de amortização é estabelecido de acordo com os interesses e
necessidades das partes.
O
capital de giro é um fator crucial
no dia-a-dia da tesouraria de uma empresa. Adequá-lo às necessidades
qualitativas e quantitativas, bem como otimizar seu custo de
oportunidade entre as inúmeras formas de financiá-lo, pode
representar a diferença entre a liquidez e a insolvência.
A rede de bancos comerciais possui uma série de produtos destinados
ao financiamento de
capital de giro das empresas,
diferenciados principalmente pelos seguintes fatores:
• prazos;
• taxas (Custo);
• tributação;
• garantias;
• Critérios operacionais de cada banco:concentração de crédito com
clientes, garantias exigidas, etc.;
• Restrições impostas pelo Banco Central do Brasil;
• Capacidade de forma de obtenção dos recursos.
As principais fontes e mecanismos de financiamento de
capital de giro, são:
• Factoring,
• Debêntures,
• Recursos do BNDES,
• Hot Money,
• Desconto de duplicatas,
• Contas garantidas,
• Export Note,
• Forfaiting,
• Pagaré,
• Mercado de Opções,
• Sale lease-back,
• Vendor e Compror
Esse tipo de empréstimo normalmente é garantido por recebíveis em
geral numa relação de 120 a 150% do principal emprestado. Nesse
caso, as taxas de juros são mais baixas. Quando a garantia envolve
outras garantias, como aval, fianças, hipotecas e notas
promissórias, os juros são mais altos.
Nos grandes bancos, os contratos podem ter características informais
como “garantia” de crédito para as empresas que optam por dar algum
tipo de reciprocidade aos bancos, como, por exemplo, manter sobra de
caixa aplicada em Fundo de Curto Prazo.
Os empréstimos contratados com encargos pré-fixados são realizados
com prazo de até 90 dias, sendo mais freqüentes os concedidos por
prazos inferiores a 30 dias, chamados hot money, cuja tradução é
dinheiro quente. Neste caso, é comum o empréstimo por apenas um dia.
Os encargos cobrados correspondem a juros mais IOF (pois o prazo é
inferior a 30 dias.
A
ALLFINANCE Corretora de Negócios, através do Nosso
diretor Sr. Alcy Zancope apresenta o projeto de financiamento
oferecido pelo estado de São Paulo para projetos de Investimentos
Linhas de financiamento para projetos de implantação, expansão,
modernização e relocalização de empreendimentos.
FIP – Financiamento ao Investimento Paulista
A FIP - Financiamento ao Investimento Paulista, é uma linha de
financiamento voltada para projetos de implantação, ampliação,
modernização da capacidade produtiva, inovação e desenvolvimento
tecnológico, meio ambiente e à eficiência energética para
indústrias, comércio, agroindústrias, prestadoras de serviços e
cooperativas de produção paulistas. A linha FIP oferece taxa de
juros de 0,65% ao mês, mais correção pela IPC-FIPE , com prazo de
até 60 meses, incluindo a carência.
Confira os itens para projetos de investimentos financiáveis pela
Linha FIP:
FIP
Financiamento para obras civis, montagem e instalações, máquinas e
equipamentos novos, móveis e utensílios (não isoladamente), gastos
com estudos e projetos relacionados ao investimento, gastos
associados ao investimento e despesas pré-operacionais.
FIP – TECNOLOGIA
Para apoio às empresas inovadoras que necessitam de recursos para o
desenvolvimento e a transferência de tecnologia, para a criação de
novos produtos, processos ou serviços e para investimentos em
infra-estrutura, pesquisa e desenvolvimento;
FIP – MEIO AMBIENTE
Voltado para melhorias no processo de produção e na prestação de
serviços, para atender a legislação ambiental, garantindo maior
sustentabilidade, e a redução dos impactos no meio ambiente de seus
empreendimentos e projetos;
FIP – ENERGIA
Para redução do consumo de energia e para a utilização de energias
alternativas;
Linha Economia Verde:
Financia projetos das pequenas e médias empresas que proporcionem a
redução das emissões de Gases de Efeito Estufa no meio ambiente. O
objetivo desta linha é financiar projetos dos diversos setores
produtivos da economia paulista que proporcionem a redução das
emissões de gases de efeito estufa de acordo com as metas
estabelecidas pela Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC) –
Lei 13.798, promulgada em novembro de 2009.
Abaixo itens financiáveis pela Linha Economia Verde:
Agroindústria
Substituição ou adaptação de equipamentos movidos a diesel por
biodiesel;
Substituição ou adaptação de equipamentos movidos a gasolina por
etanol;
Substituição ou adaptação de equipamentos movidos a óleo por gás
natural;
Substituição ou adaptação de equipamentos movidos a GLP por biogás;
Relocalização de unidades de processamento para áreas próximas à
produção;
Instalação de biodigestores para tratamento de resíduos que realizem
o aproveitamento energética.
Mudança de combustíveis
Substituição de fontes de energia não renováveis por fontes
renováveis;
Substituição dos combustíveis: carvão por gás natural; carvão por
óleo; óleo por eletricidade; óleo por gás natural.
Saneamento, tratamento e aproveitamento de resíduos
Geração de energia elétrica ou térmica com biogás de aterro;
Adaptação de sistemas de tratamento de esgoto para processos
anaeróbios com recuperação e queima do metano;
Instalação de centrais de reciclagem de resíduos.
Energias renováveis
Compra e instalação de equipamentos para produção de energia
renovável: placas solares, aerogeradores, caldeiras a biomassa,
equipamentos para pequena central hidrelétrica, biogás de aterro e
outros.
Eficiência energética
Redução de perdas na produção e transmissão de energia elétrica;
isolamento de tubulações; sistemas de recuperação de calor;
instalação de equipamentos que reduzam o consumo energético;
melhoria de sistema de iluminação e refrigeração.
Transporte
Troca de combustível fóssil para combustível mais limpo para
transportes públicos e privados: gás natural, biodiesel, etanol,
eletricidade, outros; renovação de frota de caminhões; troca de
combustível da frota de ônibus de diesel para biodiesel, etanol ou
elétrico.
Processos Industriais
Equipamentos e modos de produção que reduzam o uso e a geração de
CFCs, HFCs, HCFCs, PFCs, SF6;
Retrofit de equipamentos de refrigeração, substituição de gases na
produção, redução de perdas.
Recuperação florestal em áreas urbanas e rurais
Criação e recuperação de áreas verdes por aflorestamento ou
reflorestamento com espécies nativas; recomposição de matas ciliares
e nascentes com espécies nativas;
Reflorestamentos para compensação de emissões.
Manejo de resíduos
Queima de biogás em aterros; geração de energia a partir de
resíduos; combustão de resíduos orgânicos; gaseificação de resíduos;
aeração de aterro; redução de geração de resíduos na fonte;
tratamento de esgoto doméstico, industrial e de resíduos rurais;
compostagem para produção de adubo; reciclagem.
Na Construção Civil
Edificações com parâmetros de construção civil sustentável - reuso
de água, eficiência energética; retrofit de edifícios existentes.
Petróleo e Gás Natural - P&G
Financia pequenas e médias empresas ligadas à cadeia de fornecimento
do setor de Petróleo e Gás Natural como provedoras de
infra-estrutura; produtoras de insumos básicos em geral, ferramentas
básicas, maquinários e equipamentos; indústria de bens de consumo do
setor; prestadoras de serviços em educação e capacitação técnica; e
serviços especializados.
Linha Especial de Investimentos (LEI):
Linha de financiamento para empresas, com receita bruta anual até R$
2,4 milhões, com a garantia do Fundo de Aval Paulista (FDA) para
abertura de franquias.
|
Veja Também:
capital de giro no google.com.br
|